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Campeão de crimes eletrônicos - um título nada bom

Apontado como campeão de ataque phishing pelo terceiro ano consecutivo, o Brasil mais uma vez lidera o ranking de crimes eletrônicos. O apontamento foi feito pela Kaspersky Lab para a América Latina.


Parece que o comportamento do usuário brasileiro não se alterou apesar das inúmeras campanhas de segurança em tecnologia da informação. Segundo Fábio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab., o brasileiro ainda cai em golpes de cupons e promoções falsas e segue clicando em links maliciosos sem checar a origem. Os campeões de ataques são os golpes de WhatsApp, como cupons e sites falsos, post promovidos com descontos em redes sociais, links maliciosos no Google AdWords e domínios falsos que se utilizam de códigos ASCII e caracteres unicodes de outros idiomas.

“Quem dissemina fake news usa muita rede social. O criminoso de phishing também, porque ele sabe que isso vai ter um alcance orgânico e viral” - Fabio Assolini

E para completar o quadro trágico, em busca de um volume maior de lucro, o ataque a usuários corporativos cresceu quase 40% e a quantidade de ataques rastreados pulou de 60 para 160 milhões no último ano.


Ao contrário do que se pensa, o principal transmissor de malware não é o e-mail (2,1%), mas sites e aplicativos (62%) e pendrives contaminados (22,5%). Os ataques a computadores corporativos é 60% maior do que a aparelhos domésticos quando se trata de dispositivos contaminados ou softwares piratas, porém é 60% maior em decorrência de acesso à web por computadores domésticos do que corporativos. E os novos malwares estão buscando explorar ferramentas de automação de tarefas como o Powershell, da Microsoft. Então, todo cuidado é pouco na hora de utilizar dispositivos e acessar sites ou aplicativos nos computadores da empresa.


Como navegar com segurança

Segue algumas dicas éticas de como você deve se portar quando estiver utilizando os computadores da empresa, evitando engrossar esses índices:


· Não abra mensagens, sites ou aplicativos de instituições financeiras

· Não acesse suas redes sociais ou e-mails pessoais

· Não acesse e-commerce

· Ao acessar seu e-mail corporativo, não abra links não solicitados

· Verifique a segurança dos dispositivos que utiliza nos computadores da empresa


E mesmo que você considere essas medidas muito drásticas, lembre-se do prejuízo que pode causar à empresa ao expor sua rede à ataques.


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